O caso do Quebra-pedra como divisor de águas para os fitoterápicos no Brasil
A bioeconomia e o futuro da inovação em fitoterápicos no Brasil estão em destaque na 24ª edição da Revista ASPI, da Associação Paulista da Propriedade Intelectual!
Nossa Gerente de Assuntos Regulatórios & Relações Governamentais, Tatiana Ribeiro, contribuiu para a matéria de capa, que aborda o desenvolvimento de um fitoterápico industrializado à base de quebra-pedra (Phyllanthus niruri).
Na reportagem, Tatiana compartilha a sua visão sobre a construção de uma “cadeia completa da bioeconomia”, integrando pesquisa científica e qualidade botânica, marcos regulatórios modernos, como a RDC Anvisa nº 1.004/2025 para IFAVs, além da proteção da propriedade intelectual e do respeito ao patrimônio genético.
Transformar a biodiversidade brasileira em saúde e inovação farmacêutica exige rigor técnico, sustentabilidade e diálogo regulatório constante.
Acesse e confira a matéria na íntegra.